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Sardinha

A coleção Sardinha by Bordallo Pinheiro resulta da colaboração entre a Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, fundada em 1884 por Raphael Bordallo Pinheiro, e a EGEAC / Câmara Municipal de Lisboa. A Sardinha original de Bordallo Pinheiro, pela sua natureza clássica e tridimensional, transformou-se no suporte ideal para receber o trabalho criativo que as Festas de Lisboa/EGEAC desenvolvem desde 2003, e que tem atribuído à Sardinha o estatuto de ícone da cidade.

A composição de Sardinha by Bordallo Pinheiro é revista anualmente, com a introdução de novas ilustrações e a descontinuação de outras. Cada ano é uma ocasião irrepetível de adquirir alguns destes modelos.

Para complementar e valorizar a sua coleção poderá ainda adquirir uma das nossas divertidas peças acessórias! Pode escolher entre a Fatia de Broa, ideal para pendurar na parede, a Canastra ou o Abano, complementos ideias para guardar ou expor as suas sardinhas da forma mais original! 

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Abano

Canastra

Fatia de Broa

Sardinha - La Sardine do Golaço!

A sardinha que sempre acreditou que a Taça ia ser nossa! O que começou como "La sardine dégueulasse" para alguma imprensa estrangeira com azia, acabou em "La sardine do golaço!" para o mundo inteiro. Agora todos os portugueses são campeões graças à nossa sardinha! Viva a sardinha portuguesa que é a melhor da Europa! Viva!

Sardinha Made by You

Integrando a coleção Sardinha by Bordallo, apresentamos a Sardinha Made by You.
Um original conjunto, com uma sardinha por decorar e 6 marcadores especializados para cerâmica, permitindo personalizar a sardinha, e ao mesmo tempo, de uma forma simples, possibilitará experienciar o processo de criação cerâmica em casa.

Todo o processo está explicado na caixa da coleção: 1º limpe a sardinha com álcool etílico, 2º decore a sardinha com os marcadores, 3º deixe secar durante 15 minutos, 4º coza a sardinha no seu forno a 160°C durante 25 minutos.

Dê asas à imaginação e crie uma sardinha única feita por si, ou ofereça uma peça totalmente personalizada a quem mais desejar.

Sardinha - Paris 16h13

Rendez vous em Paris, Pont des arts, 16h13, o vento sopra ligeiro…

Sardinha - …E, OLÉ!

A sardinha sevilhana tem gosto de avelã; a sardinha andaluza tem sabor de pescada; a sardinha galega, não a engolem, nem na Noruega; a sardinha catalã quer dançar a sardana; a sardinha da Extremadura sabe a tronco de lenha; a sardinha madrilena é pior que a da Extremadura… Portanto, a sardinha espanhola, quando chega a Lisboa, deseja mudar de nacionalidade. E, olé!

Sardinha - Adamastor

O Adamastor é um símbolo do modo destemido como os portugueses enfrentam o desconhecido e as dificuldades.

Sardinha - Amor Profundo

Desde sempre gostei de histórias e personagens relacionadas com o mar. Esta sardinha fala-nos de Tritão, dos peixes curiosos e de um livro de sereias. Histórias dos mares e de amores tão profundos como o mar.

Sardinha - Arte do Peixe

A arte está em todo o lado.

Sardinha - Barcela

Uma homenagem à famosa lenda do galo de Barcelos que salvou um galego e se tornou parte da cultura folclórica e simbólica de Portugal. Para a artista, as cores e o mito do galo de Barcelos remetem intensamente para a estética lusitana desde a sua infância.

Sardinha - Bartina

Bartina é uma sardinha surfista que sonha em nadar nas águas quentes do México. Tem fogo na alma mas sabe que a vida é frágil. É uma sardinha portuguesa, mas com “salero”.

Sardinha - Biolinda

BIO, do alto mar LINDA, de fresca e sã É a BIOLINDA

Sardinha - Buraco Negro

No universo das sardinhas há sempre um gato como um buraco negro…

Sardinha - Caldo Verde com Chouriço

Se há iguaria sempre presente durante as festas, é o caldo verde! Quente, bom e, obviamente, enriquecido com generosas rodelas de chouriço. Se o chouriço fosse gente, seria decerto esta a sua reação ao cair desafortunadamente no meio do caldo verde!

Sardinha - Cervantina

Homenagem ao romancista, poeta e dramaturgo Miguel de Cervantes y Sardina (1547-1616), o maior escritor de língua espanhola, autor de Dom Quixote.

Sardinha - Coimbra

Esta Sardinha, com a sua toga preta, gosta de se instruir mas também de se divertir. Ela é desafiadoramente a melhor da sua turma! Quando não está a estudar para conseguir as fitas coloridas da Universidade, gosta de tocar Fado de Coimbra na sua guitarra até altas horas da noite. Esta sardinha representa a juventude, a energia e o romance que são únicas nesta cidade.

Sardinha - Compreendi-te

Narciso, pouco dado a cerimónias, pede lume a um incauto candeeiro de rua. Este último não se verga, permanece hirto e mudo. O que seria o nosso imaginário sem um Pátio das Cantigas? Não seria a mesma coisa, nem para Lisboa nem para nós.

Sardinha - Conquistadores (…Todos os Dias)

Esta é uma referência aos barcos e passageiros que cruzam o Tejo todos os dias, de Lisboa para o Barreiro, por exemplo. Estes são os conquistadores de todos os dias!

Sardinha - Constelação

A sardinha Constelação
Tem alma de artista
Sangue na guelra
Salero otimista;
De alegres cores garridas
Vagueia por Lisboa
Enamorada de luz tão bela
Que em toda a cidade ecoa.

Sardinha - Do Fundo do Mar

No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Sophia de Mello Breyner Andresen

Sardinha - Em Festa

Nas festas da sardinha em Portugal, vão todos para a rua, e em cada esquina há uma banda de música; enquanto se assam sardinhas, todo o bairro é impregnado de sons, alegria e de fumo com cheiro a peixe assado. Algumas sardinhas também querem comemorar, beber um copo de vinho do Alentejo e dançar, sem se importarem do seu destino final.

Sardinha - Esplanada do Café

Pedi uma bica na esplanada / um copo de água e mais nada / a bica não demorou / mas e o copo com água? / Porque é que não chegou?

Sardinha - Foguete

O foguete representa uma tentativa atual e futurística de aventurar-se no desconhecido como as naus portuguesas. O rapaz é a encarnação da coragem, curiosidade e histórias dos desbravadores portugueses.